Quando nos encontrávamos o signo era o da alegria, seu sorriso largo e franco e sua voz com nasalizada doçura algo pueril, não indicavam, de imediato, o seu poder de representação e comprometimento social, histórico e jurídico em defesa da mulher. O sintagma “delegada Vilma” está no imaginário coletivo piauiense, como referência de proteção à violência contra a mulher e como alerta aos vilipêndios de machos desavisados.
A imagem permanecerá, vivaz e voluta, mas a vida restará sem a verve de Vilma…
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Feliciano Bezerra, professor doutor da UESPI - nas redes sociais.





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